domingo, 6 de dezembro de 2009

Corrigi minhas provas, escrevi o discurso para a 8ª série e chorei largado. Sinto saudade adiantada daqueles pestes. Todos os anos é a mesma coisa, choro de saudade deles. Pôxa! Eles são meus amigos! Adoro eles. Sinto saudades. Ano que vêm, estarão em outra escola e não os verei. Posso ver na rua, mas a gente não vai poder conversar e dar risada. Meu marido perguntou:
- Está chorando por quê? Por mim?
-Não! respondi. E ele deu risada de mim.
Não ser ser diferente, amo as pessoas e pronto!
Sei que no dia da formatura vou chorar, borrar a maquiagem, ouvir mensagens e chorar... que droga!
Tenho um defeito de fábrica! Quando choro, choro mesmo. Sem parar... acho que preciso de ajuda profissional, onde fica o off?
Não saíram de dentro de mim, mas estão em mim! No meu coração!!!!
Talvez eu nem seja amada assim, ou talvez seja ainda mais. Como medimos o amor?
Como podemos saber se amamos igual, mais ou menos?
A saudade é a resposta. Só sentimos saudade do que nos faz bem, nos trouxe alegria...e meus queridos alunos me trazem alegria e um propósito de vida: ajudar e ser ajudada.
Tem dias que tenho vontade de jogar tudo para o alto e sair... mas na 8ª série nunca foi assim. Eu me identifico, brincamos, rimos sem maldade. Vivemos aquela cumplicidade que não se compra e nem se vende, se contrói. Simplesmente somos amigos!

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