quinta-feira, 15 de outubro de 2009

oLÁ! HOJE COMECEI meu novo jeito de encarar a comida. Meu marido fez um almoço daqueles.... lindo de tirar uma foto. Eu estava na net e entrei num site q vai ser o meu remédio diário: LU FRANCESA, daí depois entrei n um MARAVILHOSO.... este sim, vai me ajudar: operação metamorofose... vale a pena! Meu marido disse:
-Vai começar amanhã, né?
Respondi:
-Agora!
Servi-me e parecia que faltava um pedaço do prato. Enquanto comia, pensava:
Que comida maravilhosa, ela está me saciando.... Comi e JUPT: coloquei o prato na pia e me sumi... se estou com fome ou não, não sei, mas o fato é que vai ter que ser assim.
Minha filha maior dizia: OLHa mãe, sou linda, estou comendo todo o almoço.
Está ai os fatores psicológicos que nps fazem comer: ser uma linda criança " forte" , para depois ser um adulto que lute contra a balança. Não sou infeliz, deixo claro!!!
Algumas pessoas me dizem que são felizes gordinhas... mas ser magro não significa ser infeliz.
Podemos ser magros felizes, também. Com algumas vantagens: não sobrecarregamos as articulações, roupas de tamanho menor são mais baratas, temos mais ânimo para esportes, não sentimos cansaço, as roupas caem melhor....
Não estou falando em ser modelo, anoréxica, couro e osso, mas de estar melhor diante do espelho, sentindo as roupas folgarem... coisa boa! Lembro de fevereiro que emagreci os 8 quilos...
me sentia uma pena no ar, parecia voar. Também lembro dos sacrifícios, de lutar contra os desejos. Não foi simples, lembro que exigiu vontade:cortei doces, refri (nem um golinho), pão só de manhã, tomava só leite de soja, comia fruta entre as refeições, tomava ÁGUA, ÁGUA.... tudo bem que era calor, facilitava.... Não comia torrada, mas eles faziam e o cheiro era divino.... e eu não comia. Abriam BIS e eu não pegava. Sabia que se eu pegasse tinha que comer mais um e andar mais na esteira.... Cada vez que eu subia na esteira pensava: pense antes de comer, pense antes de comer...
Daí veio a louca rotina, de comer rápido, de sair correndo, disso e daquilo.
Comprei uma calça jeans que naõ servia nem nas pernas. Agora muito pior, não passam nem nós pés (exagero)
Comprei pq me disse que ia entrar nela e vou entrar.
Hoje são 15/10
Dia 15/11 vou estar com este peso, 8kg a menos....
Duvidam?
Eu não...

Beijos
FUI!

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Dia dos Professores

Estava corrigindo as provas bimestrais da disciplina que ministro aulas e aquela sensação de tristeza e impotência me abateu. Este sentimento, penso, deve ser comum nos educadores que ainda não se tornaram indiferentes ao cenário diário.
Gosto de estar na sala de aula, mas sinto repulsa por este sentimento que por vezes me assola. Pergunto-me o que estou fazendo na sala de aula? Qual é o meu papel? Sou uma profissional paga para administrar relações de aprendizagem, ensinar, suscitar indagações. Mas confesso: estou cansando.
Na maior parte da hora aula estamos ministrando bons modos, pedindo respeito conosco e com os colegas, solicitando gentilezas entre alunos que não mais se envergonham de se atacarem em luta corporal na frente de todos. Não sentem vergonha de dizer qualquer palavra que lhes venha a boca ou gesticular qualquer coisa que tenham vontade. Pergunto-me: se eu sou professora e esta realidade me assusta, o que se diga dos bons alunos, bem criados e educados, como se sentem ao verem seus professores acuados, aos quais lhe devem proteção?
Não é esta a realidade que desejo como educadora. Não foi para isso que estudei, me informei ( como diz Rubem Alves: a gente não se forma, se informa), fiz graduação e pós. É este o cenário que os pais imaginam que vivenciamos? Qual é o papel da escola? Qual é o papel da família?
Minha colega disse que deveria existir uma vacina para adolescência. Penso que se permanecessem os papéis de pai e mãe educadores, isso bastaria. Não pai e mãe que jogam o filho no mundo, delegam sua educação ao parente ou aos avós. Isso para mim não é ser pai e mãe. Sei que a tarefa é árdua, que não existem receitas, mas como meu filho disse:- Inventou, sustentou. Um sustento que deve se basear no respeito, na educação, nos limites.
Não raras vezes recebemos pais e mães que não têm mais poder sobre os filhos. Choram , gritam, esperneiam, reclamam mas são reféns dos filhos. Estes mesmos filhos fazem os demais reféns: colegas, professores e continuamos todos desprotegidos, totalmente à mercê. E as leis para que servem? Vender livros?
Infelizmente este descalabro na educação alheia desprotege o nosso filho educado, o nosso aluno querido. Toda esta juventude faz parte da mesma sociedade: transitam nas mesmas ruas, vão aos mesmos lugares. E como ficam os pais em casa? Sempre brinco que ainda vai existir um celular indesligável, uma vara de condão que me permita visualizar onde andarão meus filhos.
O ensino escolar não vai em frente se os pais não educarem os filhos. A sociedade, a mídia, a televisão, a internet ( que tem muita coisa boa e muita coisa ruim), podem desvirtuar o processo educativo, mas acredito nas raízes que vêm de berço. Posso estar engana, mas aluno que desrespeita o professor é o mesmo que já perdeu o respeito por sua família. Acredito que conhecimento se adquire, mas educação se constrói junto.

Hoje DIA DOS PROFESSORES: cansados e incansáveis, brilhantes e acomodados, tristes e felizes, esperançosos e decepcionados, desejo imensamente, do fundo da minha alma, que nosso amado DEUS nos lance um olhar de proteção, de resguardo e de amor.
Que Deus nos proteja hoje e sempre.






terça-feira, 13 de outubro de 2009

ESTE TEXTO RECUPEREI NA INTERNET

ESCREVI E ELE FOI PUBLICADO PELO MEU AMIGO JUREMIR MACHADO

CORREIO DO POVO- AGRADEÇO IMENSAMENTE PELA PUBLICAÇÃO

ELE FEZ MUITO POR NÓS PROFESSORES! PELO MENOS, ALGUÉM ESCUTOU A MINHA VOZ DE INDIGNAÇÃO!!!!


Eu jurei que ia parar com as cartas. Mas esta, recebida faz alguns dias, é inevitável: ‘Olá! Meu nome é Simone Varoni, tenho 32 anos e leciono desde os 18 anos, quando ingressei no magistério após ser aprovada em concurso público. Eu gosto do que eu faço, sinto-me alegre em estar na escola e amo meus alunos como meus amigos. Mas o que eu penso em relação ao futuro desta profissão é bastante assustador e preocupante. Não pretendo me aposentar nesta profissão. Pretendo realizar concurso público e trabalhar em algo que me sustente dignamente, afinal, o amor não paga contas. O que entristece é que a sociedade sabe que ganhamos mal e nada é feito.

Enquanto falta material nas escolas, espaço físico, tempo para o professor planejar, realizar projetos, tempo para fazer um trabalho livre com os alunos, tempo de criar, tempo para fazer uma educação de verdade, assistimos diariamente à roubalheira, a política de que todos têm direito a uma fatia da corrupção, da troca de favores, do jeitinho brasileiro e isso me decepciona mais e mais a cada dia’. Gostaram?
Querem mais? ‘Enquanto isso, nas escolas, mendigamos para trabalhar: fazemos festinhas, rifas, risotos, sopas de mocotó, brechó, saímos no comércio esmolando doações para arrecadar fundos para as escolas, pagamos material para os alunos porque muitas famílias sequer sustentam o lápis, a folha de ofício, o xérox, o caderno.

Estamos sempre correndo atrás do prejuízo de nossos alunos e do nosso trabalho. Pensando bem, acho que somos verdadeiras idiotas. Somos pais, mães, médicas, psicólogas, amigas e ainda lutamos para ser profissionais de educação. Vestimos a capa de mulher-maravilha e arcamos com um peso que está nos estressando, adoentando, enlouquecendo… ainda corremos o risco de ser agredidas fisicamente, porque verbalmente e moralmente já somos vítimas de muito tempo. Eu me demiti do Estado do RS: professora com formação plena e pós-graduação: salário: R$ 533,00′.

Desfecho: ‘Ainda para ajudar, não recebi por cinco dias de greve, onde o Estado descontou quatorze dias parados. Devem-me os dias da greve que na realidade nunca existiu porque greve recuperada, não é greve, é enganação. Devem-me os dias em que não estive em ‘greve’ e, para meu consolo, leio no jornal que um ilustre deputado gaúcho defendia que não devíamos receber os dias parados. Ele justificava feliz que não foi injustiça, foi cumprimento da constituição. Apenas isso, não foi injustiça, foi apenas o cumprimento da lei. E ele, dias após, recebia prêmio em solenidade de festa gaúcha. Demiti-me por decepção pura. Aquela decepção que dinheiro nenhum paga, consola ou apaga. Fico pensando se irão restar professores que ministrem aulas aos meus filhos, ou se eu serei professora deles, no recinto do lar, pois acredito que não mais existirão escolas’. Pensaram nisso?

Golpe final: ‘Se a população quiser, ainda há tempo. Pagamos os políticos através da carta de crédito antecipada: voto. Eles podem passar quatro anos sem fazer nada porque já se garantiram onde estão. O correto é primeiro verificar o trabalho deles e depois votar nos que melhor trabalharam. Quem sabe aí se justificariam os votos nulos e os votos em branco no qual a sociedade protesta silenciosamente há anos. Continuo lecionando no município de Tupanciretã, concursada, quarenta horas, estudando e participando ativamente de outros concursos públicos fora da área educacional’. Fim da lição.

Fonte:correiodopovo.com.br, coluna de Juremir Machado

Hoje escrevi sobre o dia dos professores.... Meu dia, dia dos meus colegas....
preciso de ajuda neste blog....

domingo, 4 de outubro de 2009

Eu devia estar muito trsite, então Deus me mandou meus filhos. Eu os olho e percebo que eles não são gente, são anjos amados e abençoados na minha vida. São o ar e sangue que corre em mim. Sem eles eu não poderia ser completamente feliz! São exatamente a mensurabilidade de TUDO!!!! O infinito que se pode medir! São tudo! Obrigada Senhor por esta riqueza infinita, onde TU podes estar comigo, através de meus lindos e amados filhos... pois se eles me dão força, me dão alegria, esperança e Fé, eles só podem ser o próprio Deus...
Tenho pena das crianças que vieram ao mundo e não puderam ser amadas e como existe isso.... vejo sempre, todo dia. Não posso julgar DEUS, que ama a todos os seus filhos igualmente, mas porque colocar crianças no mundo se não for para amá-las?
Sinto saudade de meus filhos, mesmo estando perto. De vez em quando, até acordo para dar beijinhos... vou beijando, beijando, e as medonhas abrem os olhos faceiras.... são tudo para mim! Sinto saudade do tempo de bebê e as vejo crescendo e a saudade junto... imagino-os adultos e sinto saudade do hoje. Amo também o IGor, meu homenzinho! Tá ficando tão lindo, tão lindo... daqui uns dias já sou sogra, isso se já não sou...
Deus perdoa-me pelas falhas humanas e obrigada por estar comigo a todo instante. Nunca duvidei de tua existência e nem de teu poder, mas vejo diariamente a tua existência... junto a mim! Muito Obrigada!

domingo, 27 de setembro de 2009

Sabe, hj to meio triste. Queria tanto fazer um concurso de fiscal do tribunal, até me organizei para estudar, mas acho que não é pra mim. Quando fui estudar contabilidade, entendi muito pouco. Entendo mais as leis, mas a contabilidade achei super chata. Acho que vou usar os estudos para o BANRI... mas tb tão em greve! Boca Braba! vou continuar meus tricôs e sendo feliz, é o jeito!